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Brasília testa bikes públicas

Foi testado nesta quinta-feira (17) o sistema de bikes públicas que deve funcionar em Brasília. Serão, segundo o governo local, 40 estações alimentadas por energia solar, com 10 bicicletas cada.

De acordo com texto divulgado pela agência de notícias oficial, o uso do sistema custará apenas R$ 10 anuais, desde que não seja ultrapassado o tempo de uma hora por viagem.

No entanto, no popular Bike Rio, implementado pela mesma empresa que propôs o sistema da capital (Serttel), o custo é de R$ 10 por mês ou R$ 5 por dia.

Se a parceria entre GDF e Serttel for confirmada, o “Bike Brasília” pode começar a sair do papel em 30 dias, garantiu o secretário de Governo, Gustavo Ponce.

Estação teste de bikes públicas foi montada no Palácio do Buriti. Foto: GDF.

Estação teste de bikes públicas foi montada no Palácio do Buriti. Foto: GDF.

Bicicletas na Unicamp e na USP

A Unicamp é mais uma universidade brasileira a entrar na onda das bicicletas comunitárias. O sistema mobic entra em funcionamento nesta segunda-feira (2) em caráter de teste. Serão dez bicicletas à disposição de alunos, funcionários e professores, gratuitamente, mediante cadastro online.

Inicialmente, haverá apenas um ponto de empréstimo, onde o usuário deverá retirar e devolver a bicicleta, que poderá ser usada por até 4 horas. O atendimento será feito por colaboradores do projeto. A meta é aumentar a “frota” de bicicletas para 300 (até o fim do ano) e implementar um sistema automatizado com pelo menos dez estações.

Na USP, o projeto PedalUSP, anunciado no fim do ano passado, também sairá do papel na próxima semana, mais exatamente na quarta-feira (4). A principal diferença em relação ao mobic é que o sistema da USP já começará automatizado. A fase de testes terá duas estações e quatro bicicletas.

Em Brasília, a UnB tem um sistema de compartilhamento desde 2009, o Bicicleta Livre. O funcionamento é bem simples: as bicicletas, liberadas em pontos de grande fluxo, podem ser usadas livremente, sem necessidade de cadastro ou registro do empréstimo. É só pegar e deixar em outro lugar movimentado. O projeto de extensão também inclui a participação de alunos no conserto das bicicletas e em campanhas.

PedalUSP dá samba

As cidades brasileiras ainda estão longe de implementar, com sucesso, um sistema de compartilhamento de bicicletas como os que se multiplicam em todos os cantos do mundo. Na Universidade de São Paulo (USP), contudo, o serviço deve se tornar realidade em breve, graças a um projeto de dois graduados em engenharia mecatrônica, viabilizado pelo Programa de Pesquisa e Experimentação sobre Sustentabilidade para o Campus (Propesc).

O PedalUSP nasceu de um intercâmbio feito por Maurício Matsumoto e Maurício Vilar na França. Lá, os estudantes conheceram sistemas de bicicletas comunitárias operados em cidades como Paris, Lyon e Marseille. O exemplo francês virou projeto de graduação e, logo, um plano mais ambicioso: instalar dez estações, com um total de 100 bicicletas disponíveis, no campus.

Nas estações do PedalUSP, as bicicletas ficam presas a uma barra, de onde só se soltam mediante a identificação do usuário (aluno, professor ou funcionário). O empréstimo é gratuito, mas há um limite de 30 minutos, sob pena de multa ou exclusão do serviço.

O PedalUSP começará com duas estações experimentais. A implementação do projeto completo dependerá da obtenção de patrocínio.