Atropelador de Porto Alegre: atualização

Muita gente se pergunta o que aconteceu ao servidor do Banco Central Ricardo José Neis, que, em 25 de fevereiro de 2011, atropelou 17 pessoas que participavam da Massa Crítica (Bicicletada) de Porto Alegre. À época, ele chegou a ser preso preventivamente, depois de período sob custódia num hospital psiquiátrico, mas foi libertado graças a um habeas corpus.

Atualmente, no âmbito criminal, Neis recorre de sentença de pronúncia da 1ª Vara do Júri de Porto Alegre, proferida em junho deste ano, determinando que o servidor fosse a júri popular por 17 tentativas de homicídio. O número do processo é 0057903-48.2011.8.21.0001.

Neis também responde a pelo menos duas ações de indenização ajuizadas por ciclistas atropelados. Numa, movida por Dailor Sartori Júnior, foi condenado em primeira instância (11ª Vara Cível de Porto Alegre) a pagar R$ 2.002,36 por danos materiais e R$ 2.000 por danos morais. Número do processo: 0117140-13.2011.8.21.0001. As duas partes recorreram ao Tribunal de Justiça (número: 0343350-38.2012.8.21.7000).

A outra ação, ajuizada por Adilson Simonini Sieg, aguarda sentença na Vara Cível Regional da Tristeza (0011619-24.2011.8.21.6001).

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