Música nos ossos

Uma das piores práticas dos ciclistas é pedalar com fone de ouvido. No domingo, num parque bucólico, pode até ser aceitável. No dia-a-dia, no trânsito caótico, a música (ou telefonemas, notícias, lições de auto-ajuda) deixa o ciclista isolado do mundo ao seu redor, em especial de buzinas, roncos de motor e outros avisos de perigo, inclusive os verbais.

Para quem acha que vai morrer de tédio se não ouvir uma musiquinha durante a pedalada, são cada vez mais comuns os fones que transmitem por meio dos ossos do rosto (!), o que permite manter ao menos parte da atenção no ambiente.

Fone da Aftershokz fica posicionado na região da têmpora. Foto de divulgação.

Uma das autoras do Bike blog, do jornal inglês Guardian, testou o modelo da Chilli Technology (£ 49,99) e garante que a tecnologia funciona, apesar das falhas pontuais – um bocejo, por exemplo, deixa o aparelho mudo.

Outras empresas que oferecem esse tipo de produto: AfterShokz (US$ 59,95 ou US$ 69,95), Audio Bone (US$ 139) e iHeadBones (US$ 99,95).

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