Sem salário

Desde que Ricardo Neis foi preso, pelo atropelamento de 17 pessoas no dia 25 de fevereiro em Porto Alegre, eu me perguntava se o Banco Central tinha cortado seu salário. Segundo as notícias locais, ele permaneceu num presídio de 11 de março a 8 de abril, período em que obviamente não compareceu ao trabalho. Mas, embora não exista qualquer previsão de uma “licença-cadeia” no Estatuto do Servidor Público, permanecia a impressão de que poderia ser encontrado um jeitinho para não deixar o “coitado” sem salário.

Bem, depois de 15 dias (9 úteis), a ouvidoria do Banco Central respondeu minha consulta:

(…) a área de recursos humanos deste Banco Central que “durante o período em que esteve preso o Sr. Ricardo não recebeu remuneração”.

Pelo menos isso.

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